3:45 da madrugada...
Vê se isso é hora de perder o sono?!
O.o'
Fala sério...
Bão, eu estava tendo um sonho maravilhoso, sabe daqueles que parecem perfeitos? ( ¬¬' )
Pois é, acho que estava tão bom que eu nem precisava mais dormir... que merda!
Resultado: Passei o dia no inferno.
O trampo foi bom, tirando o fato do babadinho da Elecktro... (abafa master).
*
*
Deep Purple - Perfect Strangers (Tradução)
*
*
Você consegue lembrar, lembrar meu nome
Tal como eu atravessei voando sua vida
Milhares de oceanos eu voei
E frios, frios espíritos de gelo
Toda minha vida
Eu sou o eco do seu passado
Eu estou fazendo voltar o eco de um momento exato
Faces distantes brilham
Milhares de guerreiros eu conheci
E rindo quando os espíritos aparecem
Toda sua vida
Sombras de outro dia
Se você me ouvir falando ao vento
Você tem que entender
Nós devemos ficar
Estranhos perfeitos
Eu sei que devo ficar dentro desta fonte de tristeza
Um cordão de prata enforcando completamente o céu
Tocando mais do que você vê
A voz de anos na sua mente
Está sofrendo com a morte da noite
Vida preciosa (suas lágrimas estão perdidas na queda da chuva)
E se você me ouvir falando ao vento
Você tem que entender
Nós devemos ficar
Estranhos perfeitos
*
*
Foi a Creuza que Contou!
Ué, cadê a Creuza?
Oo'
*
*
Babado!
Dia 09 tem casório!
Ueba!
E eu fui convidado!
Ueba!
Agora só falta saber com que roupa eu vô ( ¬¬' )
Bobagem, o importante é qu eeu vô!
Ueba!
Beijos a quem mereçe.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Revolution. Ep. 2: A Neve e a Consciência.
No mesmo bar de costume, ele entra e, logo encontra um casal, encostados, no seu costumeiro local.
Nervoso, pelo fato do casal não estar mais consumindo nada, e por estar esperando a quase vinte minutos, ele se aproxima do rapaz, cujo qual, já conhece de algum tempo.
- Olá Marcelo!
- Ah... olá... tudo bem?
- Ah sim sim, muito bem, aliás, quem é essa loira lu-xu-o-sa que esta com você?
- Ela é... minha... namorada.
- Hum... arrazou! E então, e os exames, derão alguma coisa?
Marcelo olha espantado para Ranyel.
- Exames, que... exames?
- Ah vai dizer que a coçeira já passou! Que maravilha!
- Que... coceira?
A namorada de Marcelo pergunta espantada o suficiente para se constranger.
- Não é nada meu amor...
- Ah... ah, desculpe, você não contou a ela ainda... que gafe a minha, já fazem uns dois meses não é mesmo?
Marcelo tira a namorada de perto de Ranyel e os dois saem do local.
-Esta vendo só Zé, eles sairam...
Ele dá uma risada sarcástica ao atendente do bar, enquanto senta no banco.
- É mesmo... eu percebi... e o meu nome é José!
- Dá na mesma, o canto é meu, você sim que não deveria deixa-los ficar aqui.
Audrey se aproxima do balcão, encostando-se ao lado dele.
Ranyel suspira e faz cara de pouco caso.
- E essa cara, ainda esta deprimida?
- Sim.
- Ai que saco.
Ele retoma um grande gole em sua cerveja, como se Audrey não estivesse lá, ao seu lado.
- Ele me ligou... ele quer falar comigo.
- Homens! Humpf..
- Você não esta dando a minima não é?
- Esta nevando lá fora, eu quero tomar minha cerveja em paz, se você quiser um chocolate, eu posso pagar um pra você.
Audrey olha para cima, irritada.
Ele se levanta.
- Se você quiser...
Ela o interrompe, dando-lhe um abraço.
- Mas que diabos...
- Era só isso que eu esperava de você...
- Vá encontra-lo.
- O que?
Ela o olha espantada.
- O máximo que pode acontecer é você acabar desbafando para quem precisa, e claro, parar de me encher o saco.
- Audrey!
Os dois olham para o lado, adentrando ao bar, um rapaz com uma bengala a chama, ele repara que o rapaz tem uma queimadura do lado esquerdo do rosto.
- Ai, você vai adora-lo, ele é muito engraçado.
- Pudera, já não basta ser feio, pelo menos que seja gente boa.
Audrey fecha a boca dele e vai abraçar o amigo.
- Ah, então você é a bixinha que a Audrey tanto fala?
O rapaz estende a mão a Ranyel.
- Quem é o Fantasma da Ópera?
- Esse é o Paulo, ele... -totalmente constrangida - Ele trabalha numa indústria química.
- Como vai?
Ranyel não retorna o aperto de mão e se senta.
- É... Nota-se o porque essa gente é tão mal aceita pela sociedade.
- Algumas pessoas são aleijadas, eu sou gay.... Parece que estamos no mesmo patamar.
- Vamos embora Paulo... vamos logo para o...
Audrey interrompe a fala.
Os dois saem, logo entra pela porta, Lucas.
- Eu tenho uma big noticia pra te dar!
- Atiraram em uma escola novamente?
- Claro que não! tá louco?
- Será que ninguém vai fazer minha noite feliz!
- Ela disse sim!
Ele faz uma cara de espanto.
- Eu vou encontra-la daqui a pouco, só passei pra dizer que deu certo.
- Desculpe não pular de alegria, mas minhas costas doem.
- Sabe, você não é tão ruim quanto as pessoas dizem.
- Eu sei o que as pessoas dizem...
- Vai, diz aí, quem você ama?
- Eu me privei de sentimentos... fúteis.
- Ah, fala sério!
- Na verdade tem sim... mas ele nunca saberá.
- E porque?
- Porque nenhum homen que se preze vai gostar de ouvir isso, ainda mais vindo de mim.
- Seja quem for, garanto que vai gostar sim... ainda mais depois do que você fez por mim.
- Por você né...
A conversa deles é interrompida quando Lucas olha o relógio, se despede rapidamente e diz que esta atrasado para seu encontro.
- O que mais me falta acontecer essa noite?
Ranyel pensa consigo mesmo, olhando ao seu redor, todo o bar já estava vazio, as pessoas de costume não estavam lá.
Durante o caminho para sua casa, ele retira seu celular do bolso e olha as horas, parado frente a uma grande janela de uma pizzaria.
Ao olhar para dentro da pizzaria, ele observa um grupo de jovens bem vestidos, rindo e se divertindo, dentre eles Lucas e sua nova namorada, Audrey, Paulo e Carlos.
Um carro para ao seu lado, dele sai Tatiana e Fabio.
- Rany, você... você veio!
- Não.. eu não vou entrar.
- Ligaram pra mim, dizendo que iria ter uma reunião com a turma.
- É, também me... ligaram... mas você sabe como sou né.
- Vamos entrar, só um pouco vai!
Diz ela puxando-o pelo braço.
- Não não...pode ir... vocês todos estão em casal, é uma reunião particular.
- Ai, claro que não, aquele grupinho ali do lado são solteiros, fazem faculdade com o Carlos.
- É por isso que eu odeio contato humano.
Tatiana ri um pouco e o abraça.
- Olhe só como Lucas está feliz, parece que os conselhos que eu dei fizeram efeito.
- Está vendo só, você não é tão ruim quanto pensam que sou.
- Não sou mesmo, sou pior.
Tatiana e Fábio entram na pizzaria.
Ele continua andando.
Nenhum convite fora feito a ele naquele dia.
Poucos segundos após Tatiana e Fabio se sentarem a mesa, o celular de Audrey recebe uma mensagem de texto.
"E as coisas voltam ao normal, como sempre devem ser.
Divirta-se e tenha juizo nas suas decisões.
Boa noite."
Nervoso, pelo fato do casal não estar mais consumindo nada, e por estar esperando a quase vinte minutos, ele se aproxima do rapaz, cujo qual, já conhece de algum tempo.
- Olá Marcelo!
- Ah... olá... tudo bem?
- Ah sim sim, muito bem, aliás, quem é essa loira lu-xu-o-sa que esta com você?
- Ela é... minha... namorada.
- Hum... arrazou! E então, e os exames, derão alguma coisa?
Marcelo olha espantado para Ranyel.
- Exames, que... exames?
- Ah vai dizer que a coçeira já passou! Que maravilha!
- Que... coceira?
A namorada de Marcelo pergunta espantada o suficiente para se constranger.
- Não é nada meu amor...
- Ah... ah, desculpe, você não contou a ela ainda... que gafe a minha, já fazem uns dois meses não é mesmo?
Marcelo tira a namorada de perto de Ranyel e os dois saem do local.
-Esta vendo só Zé, eles sairam...
Ele dá uma risada sarcástica ao atendente do bar, enquanto senta no banco.
- É mesmo... eu percebi... e o meu nome é José!
- Dá na mesma, o canto é meu, você sim que não deveria deixa-los ficar aqui.
Audrey se aproxima do balcão, encostando-se ao lado dele.
Ranyel suspira e faz cara de pouco caso.
- E essa cara, ainda esta deprimida?
- Sim.
- Ai que saco.
Ele retoma um grande gole em sua cerveja, como se Audrey não estivesse lá, ao seu lado.
- Ele me ligou... ele quer falar comigo.
- Homens! Humpf..
- Você não esta dando a minima não é?
- Esta nevando lá fora, eu quero tomar minha cerveja em paz, se você quiser um chocolate, eu posso pagar um pra você.
Audrey olha para cima, irritada.
Ele se levanta.
- Se você quiser...
Ela o interrompe, dando-lhe um abraço.
- Mas que diabos...
- Era só isso que eu esperava de você...
- Vá encontra-lo.
- O que?
Ela o olha espantada.
- O máximo que pode acontecer é você acabar desbafando para quem precisa, e claro, parar de me encher o saco.
- Audrey!
Os dois olham para o lado, adentrando ao bar, um rapaz com uma bengala a chama, ele repara que o rapaz tem uma queimadura do lado esquerdo do rosto.
- Ai, você vai adora-lo, ele é muito engraçado.
- Pudera, já não basta ser feio, pelo menos que seja gente boa.
Audrey fecha a boca dele e vai abraçar o amigo.
- Ah, então você é a bixinha que a Audrey tanto fala?
O rapaz estende a mão a Ranyel.
- Quem é o Fantasma da Ópera?
- Esse é o Paulo, ele... -totalmente constrangida - Ele trabalha numa indústria química.
- Como vai?
Ranyel não retorna o aperto de mão e se senta.
- É... Nota-se o porque essa gente é tão mal aceita pela sociedade.
- Algumas pessoas são aleijadas, eu sou gay.... Parece que estamos no mesmo patamar.
- Vamos embora Paulo... vamos logo para o...
Audrey interrompe a fala.
Os dois saem, logo entra pela porta, Lucas.
- Eu tenho uma big noticia pra te dar!
- Atiraram em uma escola novamente?
- Claro que não! tá louco?
- Será que ninguém vai fazer minha noite feliz!
- Ela disse sim!
Ele faz uma cara de espanto.
- Eu vou encontra-la daqui a pouco, só passei pra dizer que deu certo.
- Desculpe não pular de alegria, mas minhas costas doem.
- Sabe, você não é tão ruim quanto as pessoas dizem.
- Eu sei o que as pessoas dizem...
- Vai, diz aí, quem você ama?
- Eu me privei de sentimentos... fúteis.
- Ah, fala sério!
- Na verdade tem sim... mas ele nunca saberá.
- E porque?
- Porque nenhum homen que se preze vai gostar de ouvir isso, ainda mais vindo de mim.
- Seja quem for, garanto que vai gostar sim... ainda mais depois do que você fez por mim.
- Por você né...
A conversa deles é interrompida quando Lucas olha o relógio, se despede rapidamente e diz que esta atrasado para seu encontro.
- O que mais me falta acontecer essa noite?
Ranyel pensa consigo mesmo, olhando ao seu redor, todo o bar já estava vazio, as pessoas de costume não estavam lá.
Durante o caminho para sua casa, ele retira seu celular do bolso e olha as horas, parado frente a uma grande janela de uma pizzaria.
Ao olhar para dentro da pizzaria, ele observa um grupo de jovens bem vestidos, rindo e se divertindo, dentre eles Lucas e sua nova namorada, Audrey, Paulo e Carlos.
Um carro para ao seu lado, dele sai Tatiana e Fabio.
- Rany, você... você veio!
- Não.. eu não vou entrar.
- Ligaram pra mim, dizendo que iria ter uma reunião com a turma.
- É, também me... ligaram... mas você sabe como sou né.
- Vamos entrar, só um pouco vai!
Diz ela puxando-o pelo braço.
- Não não...pode ir... vocês todos estão em casal, é uma reunião particular.
- Ai, claro que não, aquele grupinho ali do lado são solteiros, fazem faculdade com o Carlos.
- É por isso que eu odeio contato humano.
Tatiana ri um pouco e o abraça.
- Olhe só como Lucas está feliz, parece que os conselhos que eu dei fizeram efeito.
- Está vendo só, você não é tão ruim quanto pensam que sou.
- Não sou mesmo, sou pior.
Tatiana e Fábio entram na pizzaria.
Ele continua andando.
Nenhum convite fora feito a ele naquele dia.
Poucos segundos após Tatiana e Fabio se sentarem a mesa, o celular de Audrey recebe uma mensagem de texto.
"E as coisas voltam ao normal, como sempre devem ser.
Divirta-se e tenha juizo nas suas decisões.
Boa noite."
Mais do mesmo.
É... fim de semana com feriado...
=/
Festa... Festa... Festa e mais Festa...
E eu não fui em nada
=/
Ninguém mereçe...
Sexta:
Bebi o único dinheiro qu eeu tinha, quase nada. =/
Ps. Death Slave com cd novo já a venda! garantir o meu! \o/~
Sábado:
Bebi umas marcadas na conta, bobagem, abafa....
Ps. E eu que achei que já tinha visto de tudo nessa vida, mas um cara as quatro da manhã, descendo a rua somente (eu disse SOMENTE) de samba-calção azul e mais nada, só prova uma coisa: A madrugada me assusta O_o'
Domingo:
Filme na casa do Mú com o Kledir e o Rafa, ótemo, apesar de tudo...
Ps. Assistir "O Amor Não Tira Férias" e assistir o final, já que o dvd "alternativo" do Rafa não tinha final. =/
Segunda:
Um sonho perfeito...(acho que é resultado do filme de domingo, que aliás, é belissimo! *.*)
Rock Burger com um povo que eu nunca vi na vida...
Sabe quando você "acha" que aquela cena está perfeita e você consegue estragar tudo? Pois é, sou perito nisso, ou sô lerdo demais pra entender o que esta acontecendo, ou é meu karma ser um completo idiota, em resumo: Eu só faço a coisa errada...
Não que eu o que eu "achei" que estava rolando fosse um clima, mas sei lá, minha ingenuidade e carência viajaram, e minha burrice acabou com tudo...
Fiquei até a uma da manhã conversando na frente do Rock, foi hi-lá-rio, até que o povo que eu conheci não são tão ruins, me diverti horrores...
*
*
Foi a Creuza que Contou!
*
Uia!
E não é que Salsicha e Arroz rendem frutos!
Pra quem ia passar fome em São Paulo, vai pra Europa gata!
Aliás, Portugal é "Norte da África", mas ta valendo, afinal, já que é pra fazer algo que ninguém da importancia, que faça direito!
Como diria o Rafa: "Quem não tem condições fica em casa!" ou no Brasil!
Arrazou!
Ganhar em Euro é o que há!
Agora é rezar pra alfandega deixar ela embarcar, afinal... abafa vai... e que o avião não caia no Atlântico!
Creuza, Creuza, em boca fechada não entra mosquito!
*
*
R.E.M - Everybody Hurts (tradução)
*
Quando o dia é longo
E a noite, a noite é somente sua,
Quando você tem certeza [que] já teve o bastante desta vida,
Bem, persista...
Não desista de si mesmo,
Pois todo mundo chora
E todo mundo sofre Às vezes...
Às vezes tudo está errado,
Nesse momento é hora de cantar junto.
Quando seu dia é noite, sozinho,
(Agüente, agüente)
Se você tiver vontade de desistir
(Agüente....)
Se você achar que teve demais desta vida,
Bem, persista...
Pois todo mundo sofre,
Consiga conforto em seus amigos.
Todo mundo sofre...
Não se resigne,
Oh, não!
Não se resigne
Quando você sentir como se estivesse sozinho.
Não, não, não, você não está sozinho...
Se você está por sua própria conta nesta vida,
Os dias e noites são longos,
Quando você sentir [que] teve demais desta vida
Para persistir...
Bem, todo mundo sofre
Às vezes, todo mundo chora.
E todo mundo sofre
Às vezes...
E todo mundo sofre
Às vezes...
Então agüente, agüente...
Agüente, agüente, Agüente, agüente, Agüente, agüente...
Todo mundo sofre...
Você não está sozinho...
*
*
*
O sonho de Segunda me assustou.
Perfeito demais...
Receber um beijo de um amigo, no meio de uma festa, de sopetão, e ninguem me bater... eu hein...
Eu até queria saber quem seria, transpassado para a vida real, afinal, depois de quebrar tanto a cara na vida real, quem sabe esse sonho não se torna realidade?
Nossa, viajei legal agora... impossivel, principalmente comigo...
Beijos a quem mereçe.
=/
Festa... Festa... Festa e mais Festa...
E eu não fui em nada
=/
Ninguém mereçe...
Sexta:
Bebi o único dinheiro qu eeu tinha, quase nada. =/
Ps. Death Slave com cd novo já a venda! garantir o meu! \o/~
Sábado:
Bebi umas marcadas na conta, bobagem, abafa....
Ps. E eu que achei que já tinha visto de tudo nessa vida, mas um cara as quatro da manhã, descendo a rua somente (eu disse SOMENTE) de samba-calção azul e mais nada, só prova uma coisa: A madrugada me assusta O_o'
Domingo:
Filme na casa do Mú com o Kledir e o Rafa, ótemo, apesar de tudo...
Ps. Assistir "O Amor Não Tira Férias" e assistir o final, já que o dvd "alternativo" do Rafa não tinha final. =/
Segunda:
Um sonho perfeito...(acho que é resultado do filme de domingo, que aliás, é belissimo! *.*)
Rock Burger com um povo que eu nunca vi na vida...
Sabe quando você "acha" que aquela cena está perfeita e você consegue estragar tudo? Pois é, sou perito nisso, ou sô lerdo demais pra entender o que esta acontecendo, ou é meu karma ser um completo idiota, em resumo: Eu só faço a coisa errada...
Não que eu o que eu "achei" que estava rolando fosse um clima, mas sei lá, minha ingenuidade e carência viajaram, e minha burrice acabou com tudo...
Fiquei até a uma da manhã conversando na frente do Rock, foi hi-lá-rio, até que o povo que eu conheci não são tão ruins, me diverti horrores...
*
*
Foi a Creuza que Contou!
*
Uia!
E não é que Salsicha e Arroz rendem frutos!
Pra quem ia passar fome em São Paulo, vai pra Europa gata!
Aliás, Portugal é "Norte da África", mas ta valendo, afinal, já que é pra fazer algo que ninguém da importancia, que faça direito!
Como diria o Rafa: "Quem não tem condições fica em casa!" ou no Brasil!
Arrazou!
Ganhar em Euro é o que há!
Agora é rezar pra alfandega deixar ela embarcar, afinal... abafa vai... e que o avião não caia no Atlântico!
Creuza, Creuza, em boca fechada não entra mosquito!
*
*
R.E.M - Everybody Hurts (tradução)
*
Quando o dia é longo
E a noite, a noite é somente sua,
Quando você tem certeza [que] já teve o bastante desta vida,
Bem, persista...
Não desista de si mesmo,
Pois todo mundo chora
E todo mundo sofre Às vezes...
Às vezes tudo está errado,
Nesse momento é hora de cantar junto.
Quando seu dia é noite, sozinho,
(Agüente, agüente)
Se você tiver vontade de desistir
(Agüente....)
Se você achar que teve demais desta vida,
Bem, persista...
Pois todo mundo sofre,
Consiga conforto em seus amigos.
Todo mundo sofre...
Não se resigne,
Oh, não!
Não se resigne
Quando você sentir como se estivesse sozinho.
Não, não, não, você não está sozinho...
Se você está por sua própria conta nesta vida,
Os dias e noites são longos,
Quando você sentir [que] teve demais desta vida
Para persistir...
Bem, todo mundo sofre
Às vezes, todo mundo chora.
E todo mundo sofre
Às vezes...
E todo mundo sofre
Às vezes...
Então agüente, agüente...
Agüente, agüente, Agüente, agüente, Agüente, agüente...
Todo mundo sofre...
Você não está sozinho...
*
*
*
O sonho de Segunda me assustou.
Perfeito demais...
Receber um beijo de um amigo, no meio de uma festa, de sopetão, e ninguem me bater... eu hein...
Eu até queria saber quem seria, transpassado para a vida real, afinal, depois de quebrar tanto a cara na vida real, quem sabe esse sonho não se torna realidade?
Nossa, viajei legal agora... impossivel, principalmente comigo...
Beijos a quem mereçe.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Revolution. Ep.1: Os Esquecidos.
Sábado.
Onze da noite, marcava o relógio sobre o rack da sala.
A atenção dele na tv fora cortada pelo seu celular tocando.
No Identificador de Chamadas, o número era conhecido.
Após olha-lo, ele joga o celular de lado e continua a olhar a tv, até que o aparelho volta a cortar a sua atenção. Ele o atende.
- Sim.
- Sou eu... preciso falar com você.
- Eu estou no final do filme, esta frio e eu não quero sair.
- Mas... é importante.
- Mas o mocinho vai morrer no final do filme, não posso perder.
- É urgente!
Ele suspira um pouco, fecha o aparelho e enfim, vai ao encontro de sua amiga desesperada.
Chegando na praça em questão, ele a observa, vazia, escura, mal ilimunada por poucos postes.
Sob um dos refletores estava ela, sentada em um banco, sozinha.
Ele se aproxima e se senta ao seu lado, enquanto ela enxuga algumas lagrimas que lhe desciam dos olhos.
- Não diga que você esta chorando porque seu gorro e seu cachecol não estão combinando!
- Não...
- Pois deveria, esta horrivel!
Ela olha para cima, ignorando o que ele disse.
- Ele largou você?
- Pior...
- O que foi?
- Eu o vi beijando outra.
- Bom, o papo foi interessante, vou voltar ao final do filme, aliás, quer um conselho, coma chocolate, ele sempre conforta.
- Só isso?
- Ah sim, desculpe não estar me derretendo em lágrimas, é que eu fiz muito xixi hoje a tarde.
- Você não se importa?
- Deveria?
- Você é meu amigo.
- Não, pseudo-amigo, seus amigos de verdade estão bebendo em algum lugar, com os amigos deles, rindo, gastando e se divertindo.
Ela o olha fixo nos olhos.
- Pra quantos você ligou?
- Três.
- E eu era o único que vim.
- Você é o único que eu posso contar.
- Desde quando? A dois anos atrás eu era apenas um impecilho.
Audrey olha para o chão.
- Sejamos francos, no inicio eu era... útil.
- Como você consegue ser tão frio?
- A vida ensina.
- Você não gostava do Carlos, mas depois começou a acha-lo legal.
- Achar legal não quer dizer que eu confio, e isto estava demorando pra acontecer.
- O que você quer dizer?
- Bom, ele nunca foi confiavel, eu sempre soube.
- E nunca me contou...
- E porque contaria? Aí não teria graça esta nossa noitada fria.
- Cretino.
- Quem me conhece me acha um cretino, quem não me conhece que me compre.
- Mas você sempre foi meu amigo.
- Pseudo-amigo.
- Para!
- Parar porque? Agora que esta ficando bom.
- Você não vê que eu estou sofrendo?
- Eu sim, mas você não vi quando eu sofria.
- Mas...
- Uhum... vejamos... no inicio bom, legal, eu até servia pra alguma coisa, sempre saiamos, sempre me contava tudo, eu era no minimo, confiavel.
- O que você quer dizer?
- Aí conhece alguém, namora e pronto... um conto de fadas se constrói... sem lugar pra terceiros, aliás, outros terceiros sempre teem lugar.
Audrey olha para os lados, ignorando-o.
- Ai o amiguinho viado começa a não servir mais.
- Eu nunca disse nada!
- Bom, mas a selação natural sim... é legal você achar que alguém gosta de você de verdade.
- Eu sempre gostei de você.
- Uma pessoa é livre de preconceitos, aceita tudo, é tudo lindo... mas o povo é burro, ignorante, vivendo de aparências, do que um ou outro podem dizer disso ou daquilo, é o preço que se paga.
- É o preço que você paga não é?
- Sim, mas não sou eu que estou chorando.
- O que você quer dizer?
- Eu? eu nada... só estou me divertindo com a situação.
- Insensivel.
- Uhum... ora Audrey, se você soubesse quanto é bom ver fotos das pessoas que dizem que você é legal, maravilhoso, ótimo nisso e naquilo se divertindo com outras... é uma experiência emocionante, você deveria experimentar.
- Eu não te abandonei!
- Sim... e você sabe disso... é o ciclo da vida... a garotinha conehece o rapaz, se apaixona e abandona tudo, inclusive aqueles que a adoram, sabe, é legal quando esta tudo fresquinho ainda, quando você é util ainda, mas é super interessante quando você é deixado de lado, você passa de cumplice a impecilho.
- Você nunca foi um impecilho.
- Eu sei que sou...
- É o ciclo da vida.
- Exatamente, é maravilhoso quando você fica parado na frente da sua casa, esperando o celular tocar, esperando que alguém te ligue e saia da sua alegria coletiva egoísta, afinal, eu queimo o filme não é?
- Eu nunca disse isso...
- Provavelmente seus novos e melhores amigos sim, ou então, seus novos e melhores amigos tenham feito isso nesse exato momento, afinal, quem perderia um sabadão agitado a noite, pra ouvir o blá blá blá de uma garota sentada numa praça se lamentando o que todo mundo já sabia?
- E porque nunca me contou?
- Não seria tão divertido.
- Você se diverte com a desgraça dos outros.
- Sim, só quando me convém...
- E convém agora?
- Não faça perguntas que você sabe as respostas, afinal, quem esta chorando agora é você.
- Foi um erro ligar pra você.
- Não, pois você sabia que eu viria.
- E porque você veio afinal, pra me tacar na cara que eu tenho que te carregar pra todo lado que eu for?
- Não, um amigo é aquele que você toma cerveja junto, um bom amigo é aquele que faz isso e ainda conversa sobre mulheres e carros, um ótimo amigo não é aquele que você fica 24hrs por dia junto, mas sim aquele que você pode contar quando precisar.
- E eu não sou uma boa amiga?
- Bom, foram dois anos sem sequer uma noticia sua, seu namorado já não me achava util quando finalmente vocês resolveram namorar sério, seus novos amigos não eram "pra mim", fofoquinhas e blá blá blá... tire suas conclusões.
- Eu nunca vi por esse lado
- Eu que sei... bom, eu já vou indo, talvez eu ainda veja a morte do mocinho.
Ele se levanta.
- Mas.. eu preciso de você.
- Sabe, ouvir isso só prova uma coisa.
- O que?
- Que eu sou o melhor... e você sabe disso.
- Sabe, não é atoa que você esta em pleno sabado a noite indo pra casa assistir filme ao inves de estar com amigos.
- Eu não tenho amigos... e é você que está chorando. Se precisar, ligue de novo, mas não quando estiver passando um filme bom na tv. Tente mais três pessoas, talvez alguma delas venha pra terminar de enxugar suas lágrimas, quando o copo estiver vazio, ou se sobrar cinco minutos.
Ele se vira e começa a andar.
Audrey ajeita o cachecol no pescoço e ri de canto de boca.
- Realmente... é só você
O filme já havia acabado.
Voltando da cozinha com uma cerveja em mãos, ele liga a tv, procura em alguns canais até achar alguma inutilidade para assistir.
Duas da manhã, marcava o relógio, e ele ainda olhando fixo, com a cerveja já vazia, o seu celular.
Onze da noite, marcava o relógio sobre o rack da sala.
A atenção dele na tv fora cortada pelo seu celular tocando.
No Identificador de Chamadas, o número era conhecido.
Após olha-lo, ele joga o celular de lado e continua a olhar a tv, até que o aparelho volta a cortar a sua atenção. Ele o atende.
- Sim.
- Sou eu... preciso falar com você.
- Eu estou no final do filme, esta frio e eu não quero sair.
- Mas... é importante.
- Mas o mocinho vai morrer no final do filme, não posso perder.
- É urgente!
Ele suspira um pouco, fecha o aparelho e enfim, vai ao encontro de sua amiga desesperada.
Chegando na praça em questão, ele a observa, vazia, escura, mal ilimunada por poucos postes.
Sob um dos refletores estava ela, sentada em um banco, sozinha.
Ele se aproxima e se senta ao seu lado, enquanto ela enxuga algumas lagrimas que lhe desciam dos olhos.
- Não diga que você esta chorando porque seu gorro e seu cachecol não estão combinando!
- Não...
- Pois deveria, esta horrivel!
Ela olha para cima, ignorando o que ele disse.
- Ele largou você?
- Pior...
- O que foi?
- Eu o vi beijando outra.
- Bom, o papo foi interessante, vou voltar ao final do filme, aliás, quer um conselho, coma chocolate, ele sempre conforta.
- Só isso?
- Ah sim, desculpe não estar me derretendo em lágrimas, é que eu fiz muito xixi hoje a tarde.
- Você não se importa?
- Deveria?
- Você é meu amigo.
- Não, pseudo-amigo, seus amigos de verdade estão bebendo em algum lugar, com os amigos deles, rindo, gastando e se divertindo.
Ela o olha fixo nos olhos.
- Pra quantos você ligou?
- Três.
- E eu era o único que vim.
- Você é o único que eu posso contar.
- Desde quando? A dois anos atrás eu era apenas um impecilho.
Audrey olha para o chão.
- Sejamos francos, no inicio eu era... útil.
- Como você consegue ser tão frio?
- A vida ensina.
- Você não gostava do Carlos, mas depois começou a acha-lo legal.
- Achar legal não quer dizer que eu confio, e isto estava demorando pra acontecer.
- O que você quer dizer?
- Bom, ele nunca foi confiavel, eu sempre soube.
- E nunca me contou...
- E porque contaria? Aí não teria graça esta nossa noitada fria.
- Cretino.
- Quem me conhece me acha um cretino, quem não me conhece que me compre.
- Mas você sempre foi meu amigo.
- Pseudo-amigo.
- Para!
- Parar porque? Agora que esta ficando bom.
- Você não vê que eu estou sofrendo?
- Eu sim, mas você não vi quando eu sofria.
- Mas...
- Uhum... vejamos... no inicio bom, legal, eu até servia pra alguma coisa, sempre saiamos, sempre me contava tudo, eu era no minimo, confiavel.
- O que você quer dizer?
- Aí conhece alguém, namora e pronto... um conto de fadas se constrói... sem lugar pra terceiros, aliás, outros terceiros sempre teem lugar.
Audrey olha para os lados, ignorando-o.
- Ai o amiguinho viado começa a não servir mais.
- Eu nunca disse nada!
- Bom, mas a selação natural sim... é legal você achar que alguém gosta de você de verdade.
- Eu sempre gostei de você.
- Uma pessoa é livre de preconceitos, aceita tudo, é tudo lindo... mas o povo é burro, ignorante, vivendo de aparências, do que um ou outro podem dizer disso ou daquilo, é o preço que se paga.
- É o preço que você paga não é?
- Sim, mas não sou eu que estou chorando.
- O que você quer dizer?
- Eu? eu nada... só estou me divertindo com a situação.
- Insensivel.
- Uhum... ora Audrey, se você soubesse quanto é bom ver fotos das pessoas que dizem que você é legal, maravilhoso, ótimo nisso e naquilo se divertindo com outras... é uma experiência emocionante, você deveria experimentar.
- Eu não te abandonei!
- Sim... e você sabe disso... é o ciclo da vida... a garotinha conehece o rapaz, se apaixona e abandona tudo, inclusive aqueles que a adoram, sabe, é legal quando esta tudo fresquinho ainda, quando você é util ainda, mas é super interessante quando você é deixado de lado, você passa de cumplice a impecilho.
- Você nunca foi um impecilho.
- Eu sei que sou...
- É o ciclo da vida.
- Exatamente, é maravilhoso quando você fica parado na frente da sua casa, esperando o celular tocar, esperando que alguém te ligue e saia da sua alegria coletiva egoísta, afinal, eu queimo o filme não é?
- Eu nunca disse isso...
- Provavelmente seus novos e melhores amigos sim, ou então, seus novos e melhores amigos tenham feito isso nesse exato momento, afinal, quem perderia um sabadão agitado a noite, pra ouvir o blá blá blá de uma garota sentada numa praça se lamentando o que todo mundo já sabia?
- E porque nunca me contou?
- Não seria tão divertido.
- Você se diverte com a desgraça dos outros.
- Sim, só quando me convém...
- E convém agora?
- Não faça perguntas que você sabe as respostas, afinal, quem esta chorando agora é você.
- Foi um erro ligar pra você.
- Não, pois você sabia que eu viria.
- E porque você veio afinal, pra me tacar na cara que eu tenho que te carregar pra todo lado que eu for?
- Não, um amigo é aquele que você toma cerveja junto, um bom amigo é aquele que faz isso e ainda conversa sobre mulheres e carros, um ótimo amigo não é aquele que você fica 24hrs por dia junto, mas sim aquele que você pode contar quando precisar.
- E eu não sou uma boa amiga?
- Bom, foram dois anos sem sequer uma noticia sua, seu namorado já não me achava util quando finalmente vocês resolveram namorar sério, seus novos amigos não eram "pra mim", fofoquinhas e blá blá blá... tire suas conclusões.
- Eu nunca vi por esse lado
- Eu que sei... bom, eu já vou indo, talvez eu ainda veja a morte do mocinho.
Ele se levanta.
- Mas.. eu preciso de você.
- Sabe, ouvir isso só prova uma coisa.
- O que?
- Que eu sou o melhor... e você sabe disso.
- Sabe, não é atoa que você esta em pleno sabado a noite indo pra casa assistir filme ao inves de estar com amigos.
- Eu não tenho amigos... e é você que está chorando. Se precisar, ligue de novo, mas não quando estiver passando um filme bom na tv. Tente mais três pessoas, talvez alguma delas venha pra terminar de enxugar suas lágrimas, quando o copo estiver vazio, ou se sobrar cinco minutos.
Ele se vira e começa a andar.
Audrey ajeita o cachecol no pescoço e ri de canto de boca.
- Realmente... é só você
O filme já havia acabado.
Voltando da cozinha com uma cerveja em mãos, ele liga a tv, procura em alguns canais até achar alguma inutilidade para assistir.
Duas da manhã, marcava o relógio, e ele ainda olhando fixo, com a cerveja já vazia, o seu celular.
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