Quarta:
Bebi, claro.
Quinta:
Trabalhei no truque.
Bebi, lóóógico.
Reatei amizade, digo, voltei a conversar com o Reinaldo, mediante a um bilhetinho entrege a mim.
Sexta:
Trabalhei (ai que vida ¬¬')
Qüendei um segredinho.
Assisti filme.
Bebi, óbvioooooo!
(Kledir, Aline e Mú, show de bola!)
Sábado:
Bebi, tá na cara né!
Paguei um micão chorando na rua (é, bebado é foda mesmo), maldita hora que eu vi quem eu não queria, mas bobagem.
Domingo:
Assisti Harry Potter e a Ordem da Fênix (chatoooooo).
Curti ressaca.
Mas bobagem, hoje é segunda e Coragemmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!
segunda-feira, 26 de maio de 2008
20 coisas que eu Amo!
20 coisas que amo...
1-Grife: Cavalera;
2-Sobremesa: Pudim de Leite;
3-Celular: Motorola (meu V3 Black, tadinho...)
4-Sabonete: Natura, Merenge de Morango (liquido! liquidoooo!).
5-Shampoo: Dove.
6-Prato predileto: Arroz, feijão, bife, fritas.
7-Perfume: Torment (Lac'qua di Fiori)
8-Cantor: Elton John.
9-Cantora: Tina Turner.
10-Cantor nacional: Raul Seixas.
11-Cantora nacional: Nhá.
12-Mania: Tomar banho no escuro.
13-Me irrita: Gente que atrasa! (da-lhe Mú!!).
14-Eu perco a cabeça: Datas comemorativas.
15-Amor Perfeito: Cláudio.
16-Boate: Não vou, mas adorava o 9Up! (piracicaba) e a extinta Duets (Americana)
17-Música predileta: Hoodoo Gurus - 1000 Miles Away.
18-Vicio Predileto: Beber.
19-Restaurante: Habib's.
20-Amo em Limeira: O fato de NÂO estar nela!
Bjus a quem mereçe.
1-Grife: Cavalera;
2-Sobremesa: Pudim de Leite;
3-Celular: Motorola (meu V3 Black, tadinho...)
4-Sabonete: Natura, Merenge de Morango (liquido! liquidoooo!).
5-Shampoo: Dove.
6-Prato predileto: Arroz, feijão, bife, fritas.
7-Perfume: Torment (Lac'qua di Fiori)
8-Cantor: Elton John.
9-Cantora: Tina Turner.
10-Cantor nacional: Raul Seixas.
11-Cantora nacional: Nhá.
12-Mania: Tomar banho no escuro.
13-Me irrita: Gente que atrasa! (da-lhe Mú!!).
14-Eu perco a cabeça: Datas comemorativas.
15-Amor Perfeito: Cláudio.
16-Boate: Não vou, mas adorava o 9Up! (piracicaba) e a extinta Duets (Americana)
17-Música predileta: Hoodoo Gurus - 1000 Miles Away.
18-Vicio Predileto: Beber.
19-Restaurante: Habib's.
20-Amo em Limeira: O fato de NÂO estar nela!
Bjus a quem mereçe.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
domingo, 11 de maio de 2008
Sexta-Feira bem bolada
terça-feira, 6 de maio de 2008
Revolution. Ep. 4: Cabelos ao Vento.
Andando, sem destino nem rumo, ele tinha em mãos uma garrafa long neck de cerveja, já no final.
Sem pensar em muitas coisas, ele observa, em um poste, um cartaz anunciando uma festa na cidade, e, consigo mesmo, já imaginando todos seus conhecidos nesta festa, cuja qual, não fazia muito seu estilo musical.
Alguns quarteirões a mais, e sem gota alguma de cerveja na garrafa, ele para em frente a uma casa, formalmente chamda de "Albergue", pelos mais intimos moradores de lá.
Percebendo apenas uma luz, proveniente de seu interior, ele olha para os dois lados da deserta rua, e, relutando, sem ser convidado, ele adentra ao local, pois sabia que, apesar de tudo, sempre tivera passagem livre no Albergue.
Ao chegar na porta da cozinha, que dava acesso a garagem do local, ele a observa aberta, e, de costas para a porta, um rapaz com cabelos compridos, camiseta regata branca e bermuda, mexendo em alguma coisa no balcão.
- Gustavo?
O rapaz apenas levanta a cabeça, mas continua dando as costas à porta.
- A quanto tempo hein Ranyel.
- Porque está chorando?
Ele percebeu a voz trêmula do rapaz, que não se movia.
- Vire-se.
O rapaz se virou e demonstrou os olhos marejados a ele e as mãos trêmulas.
- Eu... eu estou ajeitando o liquidificador.
- É, eu também me chateio muito quando o liquidificador quebra, chego a chorar de saudades de quando ele funcionava.
Ranyel se aproxima de Gustavo e fica parado ao seu lado.
- Ela me largou.
- Eu... eu já imaginava.
- Ela era compromissada.
- Eu sei, e também era amnipuladora, falsa, intrigante, mal educada... oh meu Deus, você estava ma namorando!
Gustavo ri um pouco de canto de boca e coça a cabeça.
- Olhe só pra você, uma desonrra a baixa moral, um rockstar com barba por fazer e cabelos enbaraçados...
- Você nunca foi de ter palavras bonitas, não é mesmo.
- Não... e é por isso que eu odeio o convivio com humanos, cachorros não traem.
- Então é assim que você prevê seu futuro?
- Velho, sozinho, com bengala e um cachorro, o plano médico cobre tudo, não preciso de mais nada, afinal, tenho um mp3 no bolso!
Gustavo olha nos olhos de Ranyel e o encara com sentimentos que se misturavam entre ódio e saudades.
- Senti sua falta sabia, seu filho da mãe.
- Faço idéia de quanto.
- Vai começar a jogar na cara também, como fez a Audrey?
- Não, não estou afim de me divertir agora.
Gustavo se vira e vai até a sala da residencia.
Ranyel observa sobre a mesa da sala alguns papéis, partituras de músicas espalhadas por todo o comodo e uma guitarra, colocada ao lado da porta.
Ele se senta no sofá e pega algumas da partituras, e, ao seu lado, um laptop conectado a uma impressora, de onde saiam os papéis.
- Rosalie, Thin Lizzy é meio velho para um... rockstar como você hein.
- Boas músicas nunca são mal vistas.
- Assim como boas pessoas...
- Eu mudei sabia... ela me ensinou muita coisa.
- Ninguém muda, é só um ciclo que demora, mas sempre se repete.
- Quer me ajudar a por ordem nisto tudo?
- E por que não...
- Hoje é sexta, porque não esta na balada com o pessoal?
Ranyel tira o celular do bolso e mostra Gustavo.
- Entendi... e resolveu deixar seu marasmo egoísta da sua casa para me ajudar hoje, porque?
- A cerveja em casa acabou, e o filme de hoje é chato.
- Entendi...
- E porque você está aqui sozinho?
- Porque...
- Porque é melhor uma balada imperdivel do que escutar o blá blá blá de um companheiro de casa que acabou de tomar um chute na bunda, normal.
Gustavo se calou.
- Não ligue, não será primeira nem a ultima vez que isso irá acontecer.
- Ela... ela mentiu pra mim.
- Todo mundo mente... foi melhor assim.
- Você mente?
- Não era eu chorando sobre o liquidificador... eu não minto.
- Você é... feliz?
Ranyel parou de mexer nos papéis e olhou para um pequeno porta retrato sobre o rack da sala, onde estavm os dois e mais três amigos na foto, abraçados.
- Eu tenho um mp3, lembra-se?
- Então você não é.
- É tudo relativo, um dia você está alegre, sorrindo, se divertindo com aqueles que um dia prometeram amizade eterna, no outro você se depara com um bando de pessoas desconhecidas, nós crescemos sabia, namoramos, casamos e um belo dia, o que resta?
- Nada.
- Exato, é como se nunca tivéssemos brincado na rua, dormido juntos, aprendido a beber e a fumar juntos, tudo se torna um egoísmo clássico, ninguém tem mais lugar pra ninguém, é fato.
- É mesmo.
- Não é fácil você ver seus amigos namorando, se casando, tendo filhos e você ficar pra trás, e sabendo que, a maioria deles só esta assim porque você se arriscou em ajudar.
- Você só quer que o mundo te bajule, você é sempre o coitado da história.
- Não, eu só queria um dia poder chegar em uma roda de pessoas que eu vi crescer e não ser ignorado, ou não ser bajulado por pessoas que eu acabei de conheçer e no dia seguinte não ser uma figura inanimada.
A noite fria correu por horas e horas, gotas de água se formavam na janela da sala enquanto os dois tomavam cerveja e organizavam os papéis.
O relógio marcava cinco da manhã.
- Bom, eu vou ir embora, seus papéis estão organizados, eu já aguentei seu blábláblá e, como não faço parte deste local, minha cama me aguarda.
Ranyel se levanta e vai até a porta.
- Espere... apesar se você não ter descencia de dizer palavras confortantes... obrigado por passar a noite aqui.
- Acredite, o prazer foi todo seu.
- Você... me deu apoio.
- Ainda bem, como odeio sexo, não teria como te dar outra coisa.
Gustavo ri um pouco e abraça Ranyel.
- Uma braço está muito bom sabia.
Ele sem ação, passa seus braços pelo corpo de Gustavo também.
- Sabe, esse tipo de atitude não ocorre com frequencia quando seus amigos sabem que você é gay.
- Pare de ser lamentavel Ranyel, isso não significa nada.
- Significava muito sim, até você precisar de um.
- Você é o cara mais desprezivel que eu admiro sabia.
- É melhor você me largar, o que seus amigos vão dizer quando virem isso?
- Eles eu não sei, mais eu vou dizer que era menos que isso que eu precisava e não tive.
- Garoto esperto, esta aprendendo bem, agora me solte, vou queimar seu filme, lembra?
Enquanto Ranyel estava erguendo sua mão para comprimentar Gustavo, em sinal de adeus, ele se esquiva e vai até o quarto, fazendo sinal para que Ranyel o siga.
Gustavo retira o casaco dele e o faz deitar em sua cama.
- O que você esta fazendo?
- Algo que eu jamais deveria ter deixado de fazer.
Gustavo de seita sob o endredom, junto com Ranyel e o abraça.
- Lembra-se de quando faziamos isso?
- Pequenos atos de confiança que se perdem com o tempo...
- Não é facil ser gay não é?
- Não é fácil gostar dos humanos quando você se torna um aninal selvagem para eles.
- Diga-me, você ama alguém?
- Não... eu não me dou a esse luxo mais.
- Você nunca foi um bom mentiroso.
Ranyel se vira e fica cara-a-cara com Gustavo.
- Eu... eu ficava todas as noites vendo as fotos, rezando para que ele tivesse um bom dia, fantasiando coisas belas... uma idiotice.
- Ficava, ou ainda fica?
Ranyel volta aficar de costas para Gustavo, em silêncio.
Gustavo volta a abraça-lo.
Menos de dez minutos depois, Gustavo pega no sono.
Um barulho de chaves na fechadura rompe o silêncio do Albergue, eram os outros moradores que haviam chegado, Gustavo abre os olhos devido ao barulho e percebe que Ranyel já não estava mais lá, preocupado ele se senta na cama.
- A Amanda estava na bala. - Diz um dos companheiros de quarto, chegando visivelmente alcoolizado.
- É mesmo?
- Sim, e estava com o namorado... o oficial.
Gustavo volta a se deitar na cama, colocando sua mão sobre o travesseiro em que Ranyel estava deitado, com um leve sorriso de saudades no rosto, até encontrar, debaixo do travesseiro um papel.
War - Why Can't We be Friends.
Why can't we be friends
I've seen you 'round for a long long time
I remembered you when you drank my wine
Chorus
I've seen you walking down in Chinatown
I called you but you could not look around
Chorus
I paid my money to the welfare line
I see you standing in it every time
Chorus
The color of your skin don't matter to me
As long as we can live in harmony
Chorus
I'd kind of like to be the President
So I can show you how your money's spent
Chorus
Sometimes I don't speak right
But yet I know what I'm talking about
Chorus
I know you're working for the CIA
They wouldn't have you in the Mafi-A.
Chorus
Sem pensar em muitas coisas, ele observa, em um poste, um cartaz anunciando uma festa na cidade, e, consigo mesmo, já imaginando todos seus conhecidos nesta festa, cuja qual, não fazia muito seu estilo musical.
Alguns quarteirões a mais, e sem gota alguma de cerveja na garrafa, ele para em frente a uma casa, formalmente chamda de "Albergue", pelos mais intimos moradores de lá.
Percebendo apenas uma luz, proveniente de seu interior, ele olha para os dois lados da deserta rua, e, relutando, sem ser convidado, ele adentra ao local, pois sabia que, apesar de tudo, sempre tivera passagem livre no Albergue.
Ao chegar na porta da cozinha, que dava acesso a garagem do local, ele a observa aberta, e, de costas para a porta, um rapaz com cabelos compridos, camiseta regata branca e bermuda, mexendo em alguma coisa no balcão.
- Gustavo?
O rapaz apenas levanta a cabeça, mas continua dando as costas à porta.
- A quanto tempo hein Ranyel.
- Porque está chorando?
Ele percebeu a voz trêmula do rapaz, que não se movia.
- Vire-se.
O rapaz se virou e demonstrou os olhos marejados a ele e as mãos trêmulas.
- Eu... eu estou ajeitando o liquidificador.
- É, eu também me chateio muito quando o liquidificador quebra, chego a chorar de saudades de quando ele funcionava.
Ranyel se aproxima de Gustavo e fica parado ao seu lado.
- Ela me largou.
- Eu... eu já imaginava.
- Ela era compromissada.
- Eu sei, e também era amnipuladora, falsa, intrigante, mal educada... oh meu Deus, você estava ma namorando!
Gustavo ri um pouco de canto de boca e coça a cabeça.
- Olhe só pra você, uma desonrra a baixa moral, um rockstar com barba por fazer e cabelos enbaraçados...
- Você nunca foi de ter palavras bonitas, não é mesmo.
- Não... e é por isso que eu odeio o convivio com humanos, cachorros não traem.
- Então é assim que você prevê seu futuro?
- Velho, sozinho, com bengala e um cachorro, o plano médico cobre tudo, não preciso de mais nada, afinal, tenho um mp3 no bolso!
Gustavo olha nos olhos de Ranyel e o encara com sentimentos que se misturavam entre ódio e saudades.
- Senti sua falta sabia, seu filho da mãe.
- Faço idéia de quanto.
- Vai começar a jogar na cara também, como fez a Audrey?
- Não, não estou afim de me divertir agora.
Gustavo se vira e vai até a sala da residencia.
Ranyel observa sobre a mesa da sala alguns papéis, partituras de músicas espalhadas por todo o comodo e uma guitarra, colocada ao lado da porta.
Ele se senta no sofá e pega algumas da partituras, e, ao seu lado, um laptop conectado a uma impressora, de onde saiam os papéis.
- Rosalie, Thin Lizzy é meio velho para um... rockstar como você hein.
- Boas músicas nunca são mal vistas.
- Assim como boas pessoas...
- Eu mudei sabia... ela me ensinou muita coisa.
- Ninguém muda, é só um ciclo que demora, mas sempre se repete.
- Quer me ajudar a por ordem nisto tudo?
- E por que não...
- Hoje é sexta, porque não esta na balada com o pessoal?
Ranyel tira o celular do bolso e mostra Gustavo.
- Entendi... e resolveu deixar seu marasmo egoísta da sua casa para me ajudar hoje, porque?
- A cerveja em casa acabou, e o filme de hoje é chato.
- Entendi...
- E porque você está aqui sozinho?
- Porque...
- Porque é melhor uma balada imperdivel do que escutar o blá blá blá de um companheiro de casa que acabou de tomar um chute na bunda, normal.
Gustavo se calou.
- Não ligue, não será primeira nem a ultima vez que isso irá acontecer.
- Ela... ela mentiu pra mim.
- Todo mundo mente... foi melhor assim.
- Você mente?
- Não era eu chorando sobre o liquidificador... eu não minto.
- Você é... feliz?
Ranyel parou de mexer nos papéis e olhou para um pequeno porta retrato sobre o rack da sala, onde estavm os dois e mais três amigos na foto, abraçados.
- Eu tenho um mp3, lembra-se?
- Então você não é.
- É tudo relativo, um dia você está alegre, sorrindo, se divertindo com aqueles que um dia prometeram amizade eterna, no outro você se depara com um bando de pessoas desconhecidas, nós crescemos sabia, namoramos, casamos e um belo dia, o que resta?
- Nada.
- Exato, é como se nunca tivéssemos brincado na rua, dormido juntos, aprendido a beber e a fumar juntos, tudo se torna um egoísmo clássico, ninguém tem mais lugar pra ninguém, é fato.
- É mesmo.
- Não é fácil você ver seus amigos namorando, se casando, tendo filhos e você ficar pra trás, e sabendo que, a maioria deles só esta assim porque você se arriscou em ajudar.
- Você só quer que o mundo te bajule, você é sempre o coitado da história.
- Não, eu só queria um dia poder chegar em uma roda de pessoas que eu vi crescer e não ser ignorado, ou não ser bajulado por pessoas que eu acabei de conheçer e no dia seguinte não ser uma figura inanimada.
A noite fria correu por horas e horas, gotas de água se formavam na janela da sala enquanto os dois tomavam cerveja e organizavam os papéis.
O relógio marcava cinco da manhã.
- Bom, eu vou ir embora, seus papéis estão organizados, eu já aguentei seu blábláblá e, como não faço parte deste local, minha cama me aguarda.
Ranyel se levanta e vai até a porta.
- Espere... apesar se você não ter descencia de dizer palavras confortantes... obrigado por passar a noite aqui.
- Acredite, o prazer foi todo seu.
- Você... me deu apoio.
- Ainda bem, como odeio sexo, não teria como te dar outra coisa.
Gustavo ri um pouco e abraça Ranyel.
- Uma braço está muito bom sabia.
Ele sem ação, passa seus braços pelo corpo de Gustavo também.
- Sabe, esse tipo de atitude não ocorre com frequencia quando seus amigos sabem que você é gay.
- Pare de ser lamentavel Ranyel, isso não significa nada.
- Significava muito sim, até você precisar de um.
- Você é o cara mais desprezivel que eu admiro sabia.
- É melhor você me largar, o que seus amigos vão dizer quando virem isso?
- Eles eu não sei, mais eu vou dizer que era menos que isso que eu precisava e não tive.
- Garoto esperto, esta aprendendo bem, agora me solte, vou queimar seu filme, lembra?
Enquanto Ranyel estava erguendo sua mão para comprimentar Gustavo, em sinal de adeus, ele se esquiva e vai até o quarto, fazendo sinal para que Ranyel o siga.
Gustavo retira o casaco dele e o faz deitar em sua cama.
- O que você esta fazendo?
- Algo que eu jamais deveria ter deixado de fazer.
Gustavo de seita sob o endredom, junto com Ranyel e o abraça.
- Lembra-se de quando faziamos isso?
- Pequenos atos de confiança que se perdem com o tempo...
- Não é facil ser gay não é?
- Não é fácil gostar dos humanos quando você se torna um aninal selvagem para eles.
- Diga-me, você ama alguém?
- Não... eu não me dou a esse luxo mais.
- Você nunca foi um bom mentiroso.
Ranyel se vira e fica cara-a-cara com Gustavo.
- Eu... eu ficava todas as noites vendo as fotos, rezando para que ele tivesse um bom dia, fantasiando coisas belas... uma idiotice.
- Ficava, ou ainda fica?
Ranyel volta aficar de costas para Gustavo, em silêncio.
Gustavo volta a abraça-lo.
Menos de dez minutos depois, Gustavo pega no sono.
Um barulho de chaves na fechadura rompe o silêncio do Albergue, eram os outros moradores que haviam chegado, Gustavo abre os olhos devido ao barulho e percebe que Ranyel já não estava mais lá, preocupado ele se senta na cama.
- A Amanda estava na bala. - Diz um dos companheiros de quarto, chegando visivelmente alcoolizado.
- É mesmo?
- Sim, e estava com o namorado... o oficial.
Gustavo volta a se deitar na cama, colocando sua mão sobre o travesseiro em que Ranyel estava deitado, com um leve sorriso de saudades no rosto, até encontrar, debaixo do travesseiro um papel.
War - Why Can't We be Friends.
Why can't we be friends
I've seen you 'round for a long long time
I remembered you when you drank my wine
Chorus
I've seen you walking down in Chinatown
I called you but you could not look around
Chorus
I paid my money to the welfare line
I see you standing in it every time
Chorus
The color of your skin don't matter to me
As long as we can live in harmony
Chorus
I'd kind of like to be the President
So I can show you how your money's spent
Chorus
Sometimes I don't speak right
But yet I know what I'm talking about
Chorus
I know you're working for the CIA
They wouldn't have you in the Mafi-A.
Chorus
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Um dia a mais...
Não trabalhei hoje!
Uhul!!
Nhú, tava cum preguiça e não quis ir, eu tenho esse direito!
o/
*
*
*
ZZ Top - Viva Las Vegas
*
*
Spoken: Y'all still want me to come with you?
Bright light city gonna set my soul, gonna set my soul on fire
There's a whole lot of money that's ready to burn
So get those stakes up higher.
There's a thousand pretty women just a-waitin out there,
And they're all livin' devil-may-care.
I'm just the devil with a love to spare.
Viva Las Vegas.Viva Las Vegas.
Spoken: Ah, thank-ya very much baby.
And how I wish that there were more
Than twenty-four hours in the day.
But even if there were forty more,
I wouldn't sleep a minute away.
Oh, there's blackjack and poker and a roulette wheel.
A fortune won and lost on every deal.
All you need's a strong heart and a nerve of steel.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas
with your neon flashin',
And your one-armed bandits crashin'
All those hopes down the drain.
Viva Las Vegas turnin' day into nighttime,
Turn the night into daytime,
If you see it once, you'll never come home again.
I'm gonna keep on the run,
I'm gonna have me some fun,
If it costs me my very last dime.
If I wind up broke,
Then I'll always remember that I had a swingin' time.
I'm gonna give it everything I've got.
Lady Luck please let the dice stay hot.
Let me shoot a seven with every shot.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva, Viva.
*
*
Foi a Creuza Que Contou!
*
*
E o bonde passou...
E o bonde levou!
E o bonde levou!
Todas elas!
Affff...
Creuza, Creuza, em boca fechada não entra mosquito!
*
*
E eu continuo dizendo, a madrugada traz cada cena...
É de assustar...
Eu hein...
Por essa eu não esperava...
Uhul!!
Nhú, tava cum preguiça e não quis ir, eu tenho esse direito!
o/
*
*
*
ZZ Top - Viva Las Vegas
*
*
Spoken: Y'all still want me to come with you?
Bright light city gonna set my soul, gonna set my soul on fire
There's a whole lot of money that's ready to burn
So get those stakes up higher.
There's a thousand pretty women just a-waitin out there,
And they're all livin' devil-may-care.
I'm just the devil with a love to spare.
Viva Las Vegas.Viva Las Vegas.
Spoken: Ah, thank-ya very much baby.
And how I wish that there were more
Than twenty-four hours in the day.
But even if there were forty more,
I wouldn't sleep a minute away.
Oh, there's blackjack and poker and a roulette wheel.
A fortune won and lost on every deal.
All you need's a strong heart and a nerve of steel.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas
with your neon flashin',
And your one-armed bandits crashin'
All those hopes down the drain.
Viva Las Vegas turnin' day into nighttime,
Turn the night into daytime,
If you see it once, you'll never come home again.
I'm gonna keep on the run,
I'm gonna have me some fun,
If it costs me my very last dime.
If I wind up broke,
Then I'll always remember that I had a swingin' time.
I'm gonna give it everything I've got.
Lady Luck please let the dice stay hot.
Let me shoot a seven with every shot.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva Las Vegas.
Viva, Viva.
*
*
Foi a Creuza Que Contou!
*
*
E o bonde passou...
E o bonde levou!
E o bonde levou!
Todas elas!
Affff...
Creuza, Creuza, em boca fechada não entra mosquito!
*
*
E eu continuo dizendo, a madrugada traz cada cena...
É de assustar...
Eu hein...
Por essa eu não esperava...
domingo, 4 de maio de 2008
A Consciência é cada um que faz.
Caralho, mais um feriado lazarento!
Quarta:
Bebi, claro.
Sozinho, Lógico!
.
Quinta:
Trabalhei.
.
Sexta:
Trabalhei.
Bebi, claro.
Sozinho, Lógico!
.
Sabado:
Bebi, claro.
Com a Cínthia, pelo menos alguém né!
O.o'
.
Domingo:
Ressaca, Lógico!
.
Ps. Tá certo, o Ricardo foi quarta e sexta, mas quem chega as duas e meia da manhã não conta né... =/
*
*
*
Pink Floyd - Welcome to the Machine
*
*
Welcome my son, welcome to the machine.
Where have you been?
It's alright we know where you've been.
You've been in the pipeline, filling in time,
Provided with toys and 'Scouting for Boys'.
You brought a guitar to punish your ma,
And you didn't like school, and you know you're nobody's fool,
So welcome to the machine.
Welcome my son, welcome to the machine.
What did you dream?
It's alright we told you what to dream.
You dreamed of a big star,
He played a mean guitar,
He always ate in the Steak Bar.
He loved to drive in his Jaguar.
So welcome to the Machine
*
*
*
Foi a Creuza que Contou!
*
*
Gentxi, babado!
A Creuza veio apenas dar uma esquentadinha...
Nada ainda muito declarado, mas, o babado do século esta pra explodir!
As perfeitas, invejadas, poderosas e inimitáveis amigas estão até as tampas uma com a outra!
Ui! lá vem babado a lá Paris Hilton e Brithney!
Que medo!
Creuza, Creuza, em boca fechada não entra mosquito!
*
*
Saudades de muitas pessoas que a há tempos não vejo...
Bom, sei lá, e acho que por um longo tempo não verei.
Tudo a seu tempo, não sou pessimista, aliás, sou sim, fazer oq ue, quem nunca desejou o fim do mundo ou que as pessoas que odeia morram, hipocrisia existe, e muito.
Mas chega de blá blá blá, sempre que quiserem chorar, e vão, estarei aqui.
Quem conheçe a realidade, jamais da as costas, apenas espera o dia emq ue virão atrás do seu ombro, e eu, infelizmente, conheço bem a realidade.
Saudades.
Beijos a quem mereçe.
Quarta:
Bebi, claro.
Sozinho, Lógico!
.
Quinta:
Trabalhei.
.
Sexta:
Trabalhei.
Bebi, claro.
Sozinho, Lógico!
.
Sabado:
Bebi, claro.
Com a Cínthia, pelo menos alguém né!
O.o'
.
Domingo:
Ressaca, Lógico!
.
Ps. Tá certo, o Ricardo foi quarta e sexta, mas quem chega as duas e meia da manhã não conta né... =/
*
*
*
Pink Floyd - Welcome to the Machine
*
*
Welcome my son, welcome to the machine.
Where have you been?
It's alright we know where you've been.
You've been in the pipeline, filling in time,
Provided with toys and 'Scouting for Boys'.
You brought a guitar to punish your ma,
And you didn't like school, and you know you're nobody's fool,
So welcome to the machine.
Welcome my son, welcome to the machine.
What did you dream?
It's alright we told you what to dream.
You dreamed of a big star,
He played a mean guitar,
He always ate in the Steak Bar.
He loved to drive in his Jaguar.
So welcome to the Machine
*
*
*
Foi a Creuza que Contou!
*
*
Gentxi, babado!
A Creuza veio apenas dar uma esquentadinha...
Nada ainda muito declarado, mas, o babado do século esta pra explodir!
As perfeitas, invejadas, poderosas e inimitáveis amigas estão até as tampas uma com a outra!
Ui! lá vem babado a lá Paris Hilton e Brithney!
Que medo!
Creuza, Creuza, em boca fechada não entra mosquito!
*
*
Saudades de muitas pessoas que a há tempos não vejo...
Bom, sei lá, e acho que por um longo tempo não verei.
Tudo a seu tempo, não sou pessimista, aliás, sou sim, fazer oq ue, quem nunca desejou o fim do mundo ou que as pessoas que odeia morram, hipocrisia existe, e muito.
Mas chega de blá blá blá, sempre que quiserem chorar, e vão, estarei aqui.
Quem conheçe a realidade, jamais da as costas, apenas espera o dia emq ue virão atrás do seu ombro, e eu, infelizmente, conheço bem a realidade.
Saudades.
Beijos a quem mereçe.
Revolution. Ep.3: Perfeitos Estranhos.
Enquanto ele tomava sua cerveja na mesa, sozinho, com os fones do seu Mp3 nos ouvidos, ele apenas sabia observar de longe uma pessoa que estava algumas mesas a frente da sua.
Repentinamente, um rapaz senta-se ao seu lado.
-Olá.
Ranyel o olha, e volta sua cabeça para a pessoa que estava observando há horas.
- Como você se chama?
Ele continua a ignora-lo.
O rapaz então lhe toca o ombro.
- Desculpe, mas alguém o convidou a se sentar aqui? Diz ele retirando os fones do ouvido.
- Eu te vi aqui sozinho, aliás, sempre esta sentado sozinho.
- Eu não estou sozinho, quem tem um Mp3 nunca fica sozinho.
- Me chamo Marcelo.
Ele volta a colocar os fones, mas é interrompido pelo rapaz.
- Você não quer conversar?
- Pareço querer?
O rapaz franze o cenho.
- Escute, você já esta um pouco alcoolizado, se veio aqui me torrar a paciência por não ter ninguém pra transar essa noite, pode esquecer, a ultima coisa esta noite que eu quero é ir em algum mato por ai com você, procure outra pessoa.
- Eu achei, pelo seu jeito que você estava a fim.
- Geralmente eu pago e tenho quando eu quero, por tanto, não querendo ser indelicado, boa noite.
O rapaz se enfuresse com a atitude de Ranyel.
- Cuidado comigo, seus amigos não estão aqui esta noite, lembre-se disso.
- A sim, eles estão se divertindo, e olhe só, eu também, mas como eu detesto ter que terminar esta nossa maravilhosa conversa, como eu já disse, boa noite.
O rapaz se levanta, Ranyel o observa indo para o local onde algumas pessoas estavam jogando sinuca, enquanto recoloca seus fones.
Minutos após terminar suas cervejas, ele pede a conta para o garçom.
- Eu vi você conversando com aquele cara.
- Pois é, se você quiser, eu posso passar seu telefone pra ele.
- Seria o máximo.
- Alías, me faz um favor?
- O que?
- Coloque mais uma cerveja na comanda e entregue a alguém.
Ranyel aponta o dedo para a pessoa em questão, o garçom se assusta e, sem questionar, atende o pedido em segredo.
- Espere o amigo dele, sei lá, sair para fazer alguma coisa e você entrega, não quero piadinhas.
- Mas eu digo que é você?
- Claro que não, apenas faça.
De longe, ele observa o ato do amigo, a pessoa que recebeu a cerveja agradece sem saber quem a mandou.
Minutos após, Ranyel se aproxima do garçom.
- Ele quer saber o nome da "admiradora secreta".
- Imagine a surpresa dele quando descobrir a "admiradora".
Os dois ri juntos baixo.
- Aliás, ele se chama Marcelo, aqui esta o telefone dele e é pra você ligar daqui duas horas.
- Você conseguiu!
- Ué, favores trocados não deixam pendencia, não quero você você daqui a alguns dias dizendo isso ou aquilo por ter me feito esse favor.
Saindo do bar, Ranyel observa uma pessoa parada na esquina.
- Achei que você não viria.
- Bom, eu estou pagando, é quando eu quero.
- Entregou o papel pra ele?
- Sim, daqui duas horas você tem um novo encontro.
Repentinamente, um rapaz senta-se ao seu lado.
-Olá.
Ranyel o olha, e volta sua cabeça para a pessoa que estava observando há horas.
- Como você se chama?
Ele continua a ignora-lo.
O rapaz então lhe toca o ombro.
- Desculpe, mas alguém o convidou a se sentar aqui? Diz ele retirando os fones do ouvido.
- Eu te vi aqui sozinho, aliás, sempre esta sentado sozinho.
- Eu não estou sozinho, quem tem um Mp3 nunca fica sozinho.
- Me chamo Marcelo.
Ele volta a colocar os fones, mas é interrompido pelo rapaz.
- Você não quer conversar?
- Pareço querer?
O rapaz franze o cenho.
- Escute, você já esta um pouco alcoolizado, se veio aqui me torrar a paciência por não ter ninguém pra transar essa noite, pode esquecer, a ultima coisa esta noite que eu quero é ir em algum mato por ai com você, procure outra pessoa.
- Eu achei, pelo seu jeito que você estava a fim.
- Geralmente eu pago e tenho quando eu quero, por tanto, não querendo ser indelicado, boa noite.
O rapaz se enfuresse com a atitude de Ranyel.
- Cuidado comigo, seus amigos não estão aqui esta noite, lembre-se disso.
- A sim, eles estão se divertindo, e olhe só, eu também, mas como eu detesto ter que terminar esta nossa maravilhosa conversa, como eu já disse, boa noite.
O rapaz se levanta, Ranyel o observa indo para o local onde algumas pessoas estavam jogando sinuca, enquanto recoloca seus fones.
Minutos após terminar suas cervejas, ele pede a conta para o garçom.
- Eu vi você conversando com aquele cara.
- Pois é, se você quiser, eu posso passar seu telefone pra ele.
- Seria o máximo.
- Alías, me faz um favor?
- O que?
- Coloque mais uma cerveja na comanda e entregue a alguém.
Ranyel aponta o dedo para a pessoa em questão, o garçom se assusta e, sem questionar, atende o pedido em segredo.
- Espere o amigo dele, sei lá, sair para fazer alguma coisa e você entrega, não quero piadinhas.
- Mas eu digo que é você?
- Claro que não, apenas faça.
De longe, ele observa o ato do amigo, a pessoa que recebeu a cerveja agradece sem saber quem a mandou.
Minutos após, Ranyel se aproxima do garçom.
- Ele quer saber o nome da "admiradora secreta".
- Imagine a surpresa dele quando descobrir a "admiradora".
Os dois ri juntos baixo.
- Aliás, ele se chama Marcelo, aqui esta o telefone dele e é pra você ligar daqui duas horas.
- Você conseguiu!
- Ué, favores trocados não deixam pendencia, não quero você você daqui a alguns dias dizendo isso ou aquilo por ter me feito esse favor.
Saindo do bar, Ranyel observa uma pessoa parada na esquina.
- Achei que você não viria.
- Bom, eu estou pagando, é quando eu quero.
- Entregou o papel pra ele?
- Sim, daqui duas horas você tem um novo encontro.
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