Olá a todos, finalmente meu primeiro livro sairá da minha mente e ganhará vida, agradeço a todos que me apoiaram neste projeto que inicialmente parecia falido, mas que agora s etorna realidade.
Sou apenas um amador, sem ennhma experiencia neste ramo, portanto, espero que leiam e gostem desse meu novo projeto, e torçam por mim.
Aqui vai, em primeira mão, o primeiro capitulo.
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Capitulo 1
A noite começava a surgir, o sol já se escondia no horizonte vermelho e impuro daquele fim de tarde sombrio, que resguardava em seu interior um segredo inesperado.
Parado, à espreita, entre um pequeno vão da grande porta de madeira maciça da catedral da cidade, padre Bernardo olha atento para uma praça localizada bem em frente.
Sua batina balançava freneticamente, sendo levada por uma brisa forte e robusta que vinha anunciando um fim de tarde tempestuoso.
O céu estava começando a ficar acinzentado, fazendo com que o padre começasse a ficar preocupado... ele pressentia... sua hora estava chegando.
Algumas mães estavam sentadas nos bancos de cimento da praça, conversando entre elas calmamente, olhando seus filhos brincando em volta da fonte iluminada por luzes multi coloridas que davam um ar agradável à aquele ambiente, localizada bem ao centro da praça.
Uma garoa fina e fraca começou a cair repentinamente, fazendo com que as mães pegassem seus filhos e os colocassem dentro de seus carros, enquanto algumas se protegiam, entrando dentro de uma farmácia vinte e quatro horas ao lado da catedral. Em menos de dez minutos, a praça estava completamente vazia.
A fraca garoa, lentamente fora se tornando um inicio inesperado de uma tempestade. Alguns trovões cortavam o céu, iluminando a grande escadaria da frente da catedral, fazendo-a brilhar, deixando perceber que apenas uma pessoa, um homem, aparentemente um mendigo sentado em um dos degraus, fosse percebido por ele.
O padre salta para trás bruscamente, devido ao susto proveniente de um raio atingindo um poste, fazendo com que todo o quarteirão ficasse em uma penumbra total.
- Droga, isto está piorando a cada minuto! – resmunga o padre.
O silêncio da chuva fora cortado pelos gritos das pessoas protegidas dentro da farmácia e debaixo das coberturas das agencias bancarias que envolviam os quarteirões ao lado da praça.
- Esta tudo bem com o senhor? – grita o farmacêutico, parado em frente a farmácia com uma lanterna na mão.
Padre Bernardo acena, nervoso, com uma das mãos ao farmacêutico, que entra novamente para o interior de seu estabelecimento.
Fechando a grande porta com certa força, o padre começa a andar com passos largos e velozes, no centro das fileiras de bancos, indo até o altar, onde se ajoelha e faz o sinal da cruz.
Dirigindo-se a irmã Clarisse, que estava parada ao lado do confessionário, ascendendo algumas velas, ele percebe o reflexo da forte luz dos relâmpagos, entrando pelos vitrais e se refletindo no chão.
- Esta na hora irmã. – diz ele sussurrando em seu ouvido.
- Esta bem, estou indo.
Irmã Clarisse deixa algumas velas ainda sem ascender, larga o isqueiro e segue o padre até uma porta, que dava acesso a uma escada que os levaria ao alto da torre direita, onde se localizava um dos sinos e uma pequena saleta.
Dentro da pequena saleta, o padre Augusto estava parado perto da janela, observando a praça escura e fria, totalmente apagada, dava para se observar que, as únicas pessoas visíveis eram um grupo de travestis parados sob um toldo de uma escola de informática.
Irmã Clarisse observa um papel estranho sobre a mesa de Augusto, com um símbolo desenhado, algo que a faz arrepiar dos pés a cabeça.
- O símbolo maldito... – sussurra ela.
- Não irmã... não desta vez. – retruca padre Augusto, ainda olhando para fora.
- Nós mantivemos o mandato em segredo, porque isto agora? – indaga padre Bernardo a Augusto.
Augusto fica em silêncio por alguns segundos, ele segurava fortemente seu terço de madeira, suspirava, como se o que fosse revelar significasse o fim de suas vidas.
- O livro... caiu em mãos erradas. – diz ele, virando-se agora para olha-los de frente.
- Mas como... o mandato ainda não acabou!
- Perdoe-me por isto meu velho amigo, mas algo falou mais alto.
- Alguém ofereceu o valor mais alto, não é? – indaga Bernardo – Vamos, me diga! Você vendeu nossas almas! – ele bate a mão na mesa, fazendo ecoar o som por toda a catedral.
Padre Bernardo encarava-o, ele sabia que, no fundo da alma de padre Augusto, uma besteira fora feita, os seus mandatos chegaram ao fim naquele instante, naquele devido instante em que Augusto passou o livro para outra pessoa, quebrando sua regra.
Irmã Clarisse não entendia nada do que eles estavam dizendo, ela os fitava em silencio, sem dizer uma palavra sequer, tentava decifrar o que aquilo queria dizer.
- Trinta anos... Trinta longos e eternos anos... o que aconteceu com você afinal? – indaga Bernardo indo até a janela – Nós fizemos um pacto, lembra-se? Um pacto... será que toda aquela fortuna não fora o bastante?
- Você não sabe do que esta falando.
- Você sabia das conseqüências! Você violou o mandato... agora meu velho amigo, não tem volta... você e eu vamos pagar nossa penitencia por isto, e será nesta noite...
Padre Augusto corre o olho por toda a saleta, a preocupação pelo que fez começa martelar sua mente naquele momento.
Padre Bernardo salta bruscamente de frente da janela, devido a um estrondo que cortou o silencio de todo o local, o estrondo não era de um relâmpago.
Irmã Clarisse estava deitada no chão, com uma grande mancha de sangue ao seu lado, e na mão de Augusto , uma arma.
- O que você fez? – grita Bernardo.
- Ela sabia demais, precisava faze-lo, ela tinha de morrer! -–diz ele deixando a arma sobre a mesa.
- Você não entende mesmo... nós! Entendeu? Nós estamos mortos!
Bernardo vai em direção a irmã deitada no piso da saleta, já sem vida.
Augusto aproxima-se novamente da janela e observa um rapaz trajando um sobretudo preto, um chapéu e um óculos escuro, parado a frente da escadaria da catedral, olhando em direção a janela, em direção a Augusto.
Bernardo esta com as duas mãos apoiadas sobre a mesa, observando atentamente o desenho que esta em um papel.
- O que nós fizemos?
- Acho que este é o nosso fim, meu amigo.
- Sim, o mandato foi passado a frente. – diz Bernardo se aproximando de Augusto.
- Sim...
Augusto olha fixo para os olhos de Bernardo.
O rapaz dirige-se até o outro lado da rua, saindo da calçada da catedral.
Um raio atinge a janela, exatamente onde os dois padres estavam parados, fazendo com que a chama fosse passada para todos os setores da catedral. Em questão de minutos, toda ela estava em chamas.
As pessoas que estavam em volta do local, para se protegerem da chuva, saltaram e começaram a gritar em desespero pelo que acabaram de presenciar...
O rapaz de sobretudo, da meia volta e se retira do local, calmamente, andando em passos curtos e despreocupados.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
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4 comentários:
Nhaiii miguxo...
Nus sou suspeita pra falar, pois já adoroooo seu livro desde q era só um sonho... mas agora q vai ser de verdade é um luxooo....
Espero q seu livro faça muito sucesso, pq vc merece...
Sucesso sempreeee...
Te amooooo darling...
kisses' n kisses
Oooooooooooh my TOP Diva *-*
Ta perfeitoooo...
Eu quero ler!!!Eu quero ler!!!!
Eu quero!Eu quero!
*adoreeeeei a morte dos Padres,só faltou um coral de negonas fodas*
To curiosissima!!! *-*
-roendo unhas-
(não que eu queira criticar ou bobagem parecida mas ascender é elevar...no caso a freira estaria acendendo as velas)
*desculpa Thunder,mas você é perfeito demais pra ter erros no texto U_u*{exclui o meu comentário depois que ler^^}
Rafa, adorei quero ler mais!!!
Quando sai o próximo capitulo? estarei aguardando ansioso!
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